quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Aos artistas que trabalham com moda.

 



Aos 92 anos Pierre Cardin abre museu em Paris

por Ana Carreteiro com AFP13 novembro 2014

Aos 92 anos Pierre Cardin abre museu em Paris
Fotografia © Reuters
O mítico designer, que vestiu Amália Rodrigues, inaugura hoje um novo espaço dedicado a "toda a sua vida e trabalho"
Pierre Cardin, o estilista que revolucionou a moda com estampados geométricos, silhuetas futuristas e cores vivas, inaugura aos 92 anos, no coração de Paris, um museu dedicado a "toda a sua vida e trabalho".
"Este casaco deu a volta ao mundo! Foi nesse momento que comecei a ganhar dinheiro", disse o estilista de alta-costura diante de uma das primeiras peças expostas, um casaco vermelho de corte em A com um plissado. "Naquela época eu ainda não era Pierre Cardin, ainda não me afirmara como criador", lembrou, referindo-se a um modelo de 1951 marcado pela influência de Dior, com o qual o estilista trabalhou no início de sua carreria, há mais de 60 anos.
Mais de 200 modelos, móveis, chapéus, sapatos e joias foram transferidos do museu de Saint-Ouen, no subúrbio da capital, onde estavam em exposição desde 2006, para uma antiga fábrica de gravatas no Marais, um bairro de Paris, organizados em três andares


 

 

Exposição em Londres reúne relíquias dos primeiros anos da fotografia

Matéria retirada do link:

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2014/12/exposicao-reune-reliquias-dos-primeiros-anos-da-fotografia.html

Exposição reúne relíquias dos primeiros anos da fotografia

Royal Photographic Society britânica, a mais antiga sociedade de fotografia do mundo, abre coleção com originais de pioneiros da imagem impressa.   

A mostra também exibe artefatos importantes na história da fotografia, como os heliógrafos do inventor francês Nicéphore Niépce, o caderno de desenhos do pioneiro britânico Henry Talbot e seu livro "The Pencil of Nature", a primeira publicação ilustrada com fotos. A imagem ao lado é uma fotomontagem de Angus McBean para um anúncio na revista Vogue, com a atriz Audrey Hepburn em início de carreira (Foto: Royal Photographic Society)
 
A mostra também exibe artefatos importantes na história da fotografia, como os heliógrafos do inventor francês Nicéphore Niépce, o caderno de desenhos do pioneiro britânico Henry Talbot e seu livro "The Pencil of Nature", a primeira publicação ilustrada com fotos. A imagem ao lado é uma fotomontagem de Angus McBean para um anúncio na revista Vogue, com a atriz Audrey Hepburn em início de carreira (Foto: Royal Photographic Society)
Uma exposição em Londres reúne relíquias da sociedade de fotografia mais antiga do mundo, a Royal Photographic Society britânica. Os trabalhos dos pioneiros da arte de capturar imagens instantânea são apresentados ao lado de produções dos grandes fotógrafos modernos.
A mostra também exibe artefatos importantes na história da fotografia, como os heliógrafos do inventor francês Nicéphore Niépce, o caderno de desenhos do britânico Henry Talbot e seu livro The Pencil of Nature, a primeira publicação ilustrada com fotos.
Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens após uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia.Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. A exposição fica até março de 2015 no Museu de Ciência, em Londres.
Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens adotando uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia. Ao lado, a foto "Estudo de movimento", feita em 1926 por Rudolf Koppitz (Foto: Royal Photographic Society)Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens adotando uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia. Ao lado, a foto "Estudo de movimento", feita em 1926 por Rudolf Koppitz (Foto: Royal Photographic Society)
Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. Ao lado, a foto chaminé, de Noel Griggs, feita em 1934 (Foto: Royal Photographic Society)Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. Ao lado, a foto chaminé, de Noel Griggs, feita em 1934 (Foto: Royal Photographic Society).

Pesquisar também em:
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2014/12/1557956-exposicao-reune-reliquias-dos-primeiros-anos-da-fotografia-confira-imagens.shtml

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Atelier de Broderie-para quem estiver interessado na arte do bordado…

Maison Hurel


Visitem o site para obter mais informações: http://www.hurel.fr/wp_fr/

Atelier de broderie

Atelier parisien de broderie main, la Maison Hurel travaille pour la Haute Couture depuis 1870. Quatre générations se sont succédées à la tête de la Maison, aujourd’hui restée familliale et indépendante. Reconnue Entreprise du patrimoine Vivant par le Ministère de l’Economie et de l’Industrie, la Maison Hurel se distingue par l’excellence de son savoir-faire. L’atelier conserve de rares et précieuses archives, témoignages de l’évolution des modes au travers de ses créations. Aujourd’hui, la Maison Hurel continue de séduire les plus grandes Maisons du Luxe avec lesquelles elle entretient des relations privilégiées, fondées sur son savoir-faire et sa créativité.

Texto retirado em 05/01/20015 do site -http://www.hurel.fr/wp_fr/

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

As belas fotografias de Ivanir Cozeniosque.



 







Celso Filho

Nos últimos dois anos, a artista paulista Ivanir Cozeniosque explorou cenas da natureza na região da Granja Viana, no interior do Estado.
São 32 fotografias, nas quais ela registra as paisagens refletidas em um lago de lá, como nas imagens acima.








quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Adriana Varejão


Adriana Varejão e a expectativa

Adriana Varejão é a artista que se destaca no cenário da arte contemporânea e suas referências, seus estudos e a prática trouxeram uma bagagem gloriosa, suas obras se destacam pela realidade da vida e faz crítica a sociedade humana.
 
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Cabelos encaracolados, olhar singelo, natureza simples, voz confortante, calma, uma beleza singular num corpo esguio, uma mente brilhante e mãos que traduzem ideias que fazem jus ao trabalho de uma nova arte, de assinatura Adriana Varejão.
Arte como natureza prima. Em um dos grandiosos trabalhos de Adriana Varejão, somos envoltos ao barroco e a transcendência dos azulejos que são reavivados como símbolos de uma revolta e ícones de uma manifestação singular e autêntica.
 
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Num contraponto reconhecemos as entranhas de uma parede, e isto é particular, vem de sua bagagem, seus estudos e dentre sua pesquisas surge uma obra chocante e arrebatadora.
Uso da expressão força quando somos levados a entender (ou não) o que muita vezes esteve tão aos nossos olhos e sequer paramos para analisar. Esta forma de desmontar e apresentar ao público é enlouquecedor, uma parede pulsava até pouco tempo e seus órgãos não são mais cimento, areia e lajotas, mas sim sangue, fígados e intestinos dispostos a demonstrar que ali poderia haver vida.
 
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Seria vida a expressa tradução quando nos deparamos com uma obra de Adriana Varejão.Vida talvez seja sua legenda. Quando a série POLVO se ergue, ela sobrevive, vem das destrezas de uma sociedade e parte para uma forma relevante para compilação da arte nos séculos, e que surge viva nas pinturas de Adriana.
 
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No manifesto com tinta polvo vivemos a expectativa, e encontramos uma trajetória exprimida, pois as referências existem, e numa singularidade vivemos a obra de Adriana Varejão refletidas em rostos caracterizados por uma cultura. Vemos o seu próprio rosto numa paleta de cores mista que revelam em pequena parte o quão grande são as cores e a miscigenação humana.
 
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A poética se mostra atrás das pinturas, nos rostos idênticos de Adriana Varejão. E somos sempre levados a questões que refletem vida e tempo. O tempo separa o branco e se cria as outras cores, o sol, a colonização, as misturas. O tempo machuca as ideologias, e nesse sentido as cerâmicas são marcadas, é como se elas sofressem pela arte e cada fissura contasse-nos um fragmento do tempo.
A representação da técnica se formula através dos estudos que tomam como suporte o tempo. A calmaria de Adriana nos surpreende pela fugacidade de suas obras que nos desperta num sentido analítico e de percepção com o cuidado dos detalhes construídos na trajetória da obra.
 
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É de relevância que por trás de cada obra existem histórias, o trabalho é duradouro e excede o momento da inspiração, o que nos incomoda de maneira ciente é o fato de que as obras permeiam uma crítica à sociedade como também o próprio conhecimento que se tomou em sua construção.
Adriana Varejão surpreende, pois realça o que há de mais instigante na arte contemporânea, pois não se limita ao fato de simplesmente vivermos, mas sim no fato de que existe uma construção e desconstrução. Rege a obra pela presença humana envolta em suas crenças, valores e como em seu último trabalho, os tons de pele segundo os próprios brasileiros os definem.
 
AV.jpgAdriana Varejão
 
Adriana Varejão nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, 1964, onde vive e trabalha. Suas exposições individuais recentes incluem Histórias às margens, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires; Fondation Cartier pour L’Art Contemporain, Paris; Hara Museum, Tóquio; Centro Cultural Belém, Lisboa, Bildmuseet, Umea, Suécia. Suas exposições coletivas incluem as Bienais de Veneza, São Paulo, e Sidney; Tempo, MoMA, New York; ARS 06, KIASMA, Museum of Contemporary Art, Helsinki; Liverpool Biennial, Liverpool, UK Body and Soul, Guggenhein, New York, entre outras. Seu trabalho está presente em coleções como a Tate Modern em Londres, Salomon R. Guggenheim Museum em New York, Hara Museum, Tóquio, Museum of Contemporary Art, San Diego, Stedelijik Museum, Amsterdam, Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; entre outras.
 
 
 
 
 

 

Damien Hirst no Brasil

WHITE CUBE RECEBE PRIMEIRA INDIVIDUAL DE DAMIEN HIRST NO BRASIL

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"Rio", obra que integra a mostra de Damien Hirst na White Cube paulistana

Um dos fenômenos da arte contemporânea internacional, o britânico Damien Hirst chega em novembro para sua primeira individual no Brasil, com uma série inédita intitulada "Black Scalpel Cityscapes".

As 17 obras inéditas que compõem a mostra foram produzidas especialmente para esta ocasião. Descritas pelo artista como "retratos de cidades vivas", elas apresentam uma variada seleção de instrumentos cirúrgicos agrupados de modo a criar visões aéreas de áreas urbanas.

Nas pinturas, todas em fundo preto, Hirst agrupa bisturis, lâminas, ganchos, limalhas de ferro e alfinetes de segurança para retratar elementos urbanos naturais e artificiais, como estradas, rios e prédios. Cada obra é inspirada em cidades reais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Roma, Moscou e Nova York. Ao usar a repetição destes padrões de objetos, Hirst faz uma referência aos procedimentos conhecidos como "ataque cirúrgico", técnica usada em guerra para definir lugares que serão destruídos. Em resumo, a proposta do artista é trazer à tona a ansiedade enraizada da sociedade em relação à vigilância e à digitalização da guerra.

Hirst é um dos mais polêmicos, controversos ? e valorizados ? artistas do cenário contemporâneo. A exposição "Black Scalpel Cityscapes" ocupa a White Cube São Paulo entre 11 de novembro e 31 de janeiro de 2015, com entrada gratuita.

Com informações da White Cube, Veja SP e Estadão.

Fonte:http://www.touchofclass.com.br

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Uma notícia excelente!

tesouros em wynwood


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Wynwood (www.wynwoodmiami.com), em downtown Miami, veio pra desbancar o título de  “cidade das compras”. O consumo aqui não é somente das compras, mas também, das artes. A região, que antes era bastante deteriorada, hoje é um passeio artístico a céu aberto. Há grafismos por toda parte, de diversos estilos, lindos! Um grande número de galerias de arte oferece, além das exposições gratuitas, livros antigos para venda, uma espécie de sebo. Há também restaurantes deliciosos, com grafites por toda parte, é um momento híbrido de degustação com arte.
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O Brasil também está em Wynwood walls, muito bem representado pelos irmãos Os gêmeos (acima). A arte de rua encanta além dos muros: durante o passeio, as letras no chão te convidam a parar e refletir:
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Em visita à uma galeria (PanAmericanArt Projects), ao lado de obras de Leon Ferrari (em exposição e à venda), me deparo com uma mesa cheia de livros e revistas antigos também à venda. No meio deles, acho um tesouro: um livro que é uma compilação de textos de uma revista cubana (ISLAS), de 1967. Nela, vários desenhos maravilhosos, a traço, de Matisse, Picasso, Man Ray. Abaixo, destaco uma relação de imagens que possuem uma linguagem direta com a arte de Wynwood. Identificamos a linguagem gráfica dos grafites contemporâneos nos desenhos a traço, na estética letrista e na Op Art.
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Vontade não falta de reproduzir o livro todo aqui, belíssimo. A capa, num azul desgastado, apresenta somente uma imagem.
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Revista ISLAS – Volume IX – número 3
Universidade Central de Las Villas Santa Clara, Cuba.
Responsável pela edição: Samuel Feijóo
Julho a setembro de 1967.

Fonte:
http://entrelinhadesign.wordpress.com/2014/07/16/tesouros-em-wynwood/